Patrimônios materiais e imateriais ajudam a preservar a história, a identidade e a memória de Jundiaí

Preservar um prédio, uma paisagem, uma tradição ou um saber transmitido entre gerações é manter viva a história e a identidade de uma cidade. Em Jundiaí, essas referências estão presentes em diferentes espaços, manifestações e bens que ajudam a contar a trajetória do Município e fortalecem o sentimento de pertencimento da população.

Patrimônios materiais e imateriais ajudam a preservar a história, a identidade e a memória de Jundiaí

Nesta segunda-feira (17), Dia Nacional do Patrimônio Histórico, a Secretaria Municipal de Cultura (SMCULT) reforça a importância de preservar e difundir a memória de Jundiaí. O trabalho inclui ações de proteção, pesquisa e documentação dos patrimônios materiais e imateriais, além da atuação do Arquivo Histórico, que reúne documentos e contribui para manter viva a história do Município para as próximas gerações.

A cidade reúne patrimônios reconhecidos nas esferas municipal, estadual e federal. Entre os bens materiais estão o Espaço Expressa, o Teatro Polytheama, o Solar do Barão, a Estação Ferroviária, a Ponte Torta e a Serra do Japi, além de outros espaços que preservam a história do Município. Já o patrimônio imaterial inclui manifestações culturais, celebrações, saberes, modos de fazer e tradições que fazem parte da identidade e da memória da população.

Entre os símbolos desse patrimônio estão a Serra do Japi e o Espaço Expressa. Tombada pelo Condephaat, a Serra integra a paisagem e a história de Jundiaí, além de contribuir para a preservação ambiental. Já o antigo Complexo Fepasa é o único patrimônio material do Município tombado em nível nacional pelo Iphan e hoje abriga equipamentos culturais, serviços públicos e atividades.

Para a secretária municipal de Cultura, Clarina Fasanaro, preservar o patrimônio é manter viva a identidade de Jundiaí. “Patrimônio é memória, identidade e pertencimento. Preservar um espaço, uma tradição ou um saber é garantir que as próximas gerações conheçam a história da cidade e compreendam que cuidar do passado também é cuidar do futuro”, destaca.

Segundo o diretor do Departamento de Patrimônio Histórico da SMCULT, Fernando Maranha Peche, valorizar essas referências fortalece a relação da população com a cidade. “O patrimônio conta quem somos e nos ajuda a compreender como Jundiaí foi construída. Quando a população conhece e valoriza sua história, também participa mais ativamente da sua preservação”, afirma. 

Agosto dedicado à memória de Jundiaí

Em Jundiaí, essa valorização ganha ainda mais destaque durante o Mês do Patrimônio Histórico e Cultural, realizado ao longo de agosto pela Secretaria Municipal de Cultura. A programação reúne atividades gratuitas que aproximam a população da história, da memória e dos bens culturais do Município. A agenda completa pode ser conferida na agenda cultural da Cultura.

Assessoria de Imprensa PMJ/TVTEC
Fotos: Arquivo PMJ

By contato@gazetametropolitano.com

Nascido em 1977, em Jundiaí, e cresceu em Cajamar, Alexsandro Assis é capelão, mentor e marceneiro com alma artesã. Formado em marcenaria, lecionou o oficio em Cajamar e, movido pela paixão por história e fé cristã, estuda arqueologia bíblica e teologia. Professor de computação e estudante de Tecnologia da Informação, também é jornalista, fundador do grupo Cajamar Quociente e do portal Gazeta Metropolitana, onde aborda notícias regionais e globais com perspectiva conservadora. Guiado por fé, estoicismo e amor transformador, Alexsandro inspira vidas com seu lema "Viva com propósito". Acompanhe-o no Instagram (@assis_alexsandro) ou em gazetametropolitana.com.