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A COP30 foi muito além das negociações formais. Pelas ruas, auditórios e corredores de Belém, povos indígenas, extrativistas, quilombolas, mulheres, jovens e ativistas transformaram a conferência em um palco de reivindicações. Das porangas celebrando os 40 anos do movimento extrativista  passando pelo protesto Munduruku e chegando às mulheres africanas e sul-americanas contra o extrativismo mineral, cada gesto trouxe uma história.

As imagens desta galeria, feitas pelo fotógrafo Fernando Martinho, enviado especial da Repórter Brasil à COP30, revelam tanto a potência coletiva quanto os detalhes íntimos que raramente chegam aos documentos oficiais. O crachá pendurado no peito de uma jovem Kayapó — com seu bebê no colo —, o protesto contra gigantes do agronegócio na Agrizone, a Marcha Mundial pelo Clima tomada por juventudes e a entrada da Blue Zone ocupada por lideranças Munduruku mostram os territórios em disputa.

Entre negociações tensas e momentos de cuidado, como quando a ministra Marina Silva recolocou na cabeça a poranga que remete aos seus dias de seringueira, a COP30 expôs contradições e afetos. Nesta seleção, reunimos algumas das cenas mais emblemáticas que marcaram a conferência e ajudam a contar o que esteve em jogo em Belém.


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Nascido em 1977, em Jundiaí, e cresceu em Cajamar, Alexsandro Assis é capelão, mentor e marceneiro com alma artesã. Formado em marcenaria, lecionou o oficio em Cajamar e, movido pela paixão por história e fé cristã, estuda arqueologia bíblica e teologia. Professor de computação e estudante de Tecnologia da Informação, também é jornalista, fundador do grupo Cajamar Quociente e do portal Gazeta Metropolitana, onde aborda notícias regionais e globais com perspectiva conservadora. Guiado por fé, estoicismo e amor transformador, Alexsandro inspira vidas com seu lema "Viva com propósito". Acompanhe-o no Instagram (@assis_alexsandro) ou em gazetametropolitana.com.