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M4E Lithium 

A empresa atua exclusivamente na fase de pesquisa mineral, voltada à identificação de potenciais depósitos de lítio no Brasil. A M4E não possui mina, lavra, barragem ou qualquer atividade ou estrutura física em funcionamento que seja caracterizada como “operação de mineração”.

A descoberta das potencialidades minerais do país é há décadas objeto de políticas públicas — as mais recentes, inclusive, voltadas à identificação de minerais críticos para a transição energética, como o lítio.

Todos os resultados dos trabalhos realizados pela M4E são entregues às autoridades competentes, conforme a legislação aplicável.

No Tocantins, os títulos minerais da empresa autorizam somente atividades de pesquisa mineral. A M4E não possui requerimentos ou direitos de lavra que autorizem a realização de operações de mineração.

A M4E não realiza nenhum trabalho de campo no Tocantins. Seu corpo técnico dedica-se a estudos de escritório, que incluem pesquisa bibliográfica e análise de dados remotos — como imagens de satélite, levantamentos geofísicos do Serviço Geológico do Brasil, o SGB (empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia), e informações de bases públicas do Ibama e de outros órgãos ambientais. Esses estudos têm por objetivo avaliar o potencial geológico da região e identificar eventuais restrições ambientais, incluindo áreas sensíveis, como unidades de conservação (exemplo: APAs).

Apenas na hipótese de os estudos indicarem potencial mineral e ausência de restrições relevantes, é que a empresa poderá, em etapa futura, solicitar as autorizações e licenças necessárias para realizar trabalhos de campo, como a coletas de amostras de rocha, para exame em laboratório, com a finalidade se conhecer sua geologia e mineralogia. Em nenhuma hipótese esses trabalhos se confundem com atividades de lavra, mineração ou exploração mineral.

A identificação de um depósito mineral é um trabalho complexo e que demanda anos para ser desenvolvido. Os trabalhos da M4E estão em fase muito inicial, na etapa de compilação e análise de informações acadêmicas e identificação de restrições ambientais – sequer há trabalhos de campo. Portanto, a M4E não possui quaisquer “pedidos de mineração” no Tocantins e tampouco há “áreas em que [a empresa] está operando no Tocantins, especialmente em regiões próximas a unidades de conservação”, como mencionado em seu pedido de posicionamento.

 A M4E é comprometida com uma transição energética sustentável. Em todos os seus projetos, considera desde o início aspectos ambientais e sociais, buscando garantir a proteção de ecossistemas locais e a preservação da biodiversidade.

Para a empresa, a viabilidade de um depósito de lítio depende tanto de seu potencial geológico quanto de sua compatibilidade socioambiental.

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By contato@gazetametropolitano.com

Nascido em 1977, em Jundiaí, e cresceu em Cajamar, Alexsandro Assis é capelão, mentor e marceneiro com alma artesã. Formado em marcenaria, lecionou o oficio em Cajamar e, movido pela paixão por história e fé cristã, estuda arqueologia bíblica e teologia. Professor de computação e estudante de Tecnologia da Informação, também é jornalista, fundador do grupo Cajamar Quociente e do portal Gazeta Metropolitana, onde aborda notícias regionais e globais com perspectiva conservadora. Guiado por fé, estoicismo e amor transformador, Alexsandro inspira vidas com seu lema "Viva com propósito". Acompanhe-o no Instagram (@assis_alexsandro) ou em gazetametropolitana.com.