Leia a reportagem: Agro usa estudo sem base científica para tentar aprovar marco temporal no STF

Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária)

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com 27 anos de trajetória consolidada na produção de inteligência estratégica, reafirma seu compromisso inegociável com a transparência e o rigor técnico que fundamentam todos os seus estudos. Pautado pela acurácia e pela realidade dos fatos, o Instituto destaca que suas análises possuem total lastro técnico, sendo baseadas em dados públicos, rastreáveis e passíveis de auditoria externa, utilizando fontes oficiais como IBGE, SEFAZ-MT, INDEA e sensoriamento remoto de alta precisão. 

A solidez metodológica do Imea assegura que premissas e parâmetros de cálculo estejam plenamente explicitados, permitindo a verificação técnica por terceiros e garantindo que o dado produzido seja, acima de tudo, um reflexo fiel e objetivo da dinâmica agropecuária e fundiária de Mato Grosso. 

A autonomia científica do Imea é preservada por um corpo técnico multidisciplinar de especialistas cuja produção institucional independe de interesses externos. Essa independência é reforçada por parcerias históricas e intercâmbios científicos com instituições de excelência tanto no Brasil como em outros países. 

O Instituto reitera que sua missão é o fornecimento de dados fidedignos para o planejamento do setor e da sociedade, e que a utilização de seus estudos em instâncias judiciais ou políticas apenas comprova o reconhecimento e a confiabilidade de um patrimônio técnico construído com ética, isenção e profundo rigor científico ao longo de quase três décadas.

Famato (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso)

Há 60 anos, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) representa a família rural mato-grossense, por meio dos sindicatos, e atua na defesa de segurança jurídica e do desenvolvimento no meio rural. 

Nesse contexto, o uso de estudos do Imea visa oferecer ao Poder Judiciário elementos técnicos objetivos sobre impactos socioeconômicos, garantindo que decisões complexas não ignorem a realidade produtiva e a subsistência de milhares de famílias que dependem do campo. 

A Federação reitera que o Imea tem autonomia científica e metodologia própria, e que seus estudos são insumos técnicos, distintos do posicionamento institucional da federação. Democratizar o acesso a informações técnicas é um dever e um exercício de cidadania que fortalece o debate democrático. 

Subsidiar o Estado com dados rastreáveis não compromete a independência judicial, mas oferece o lastro necessário para que o juízo jurídico seja exercido com base em fatos. 

O diálogo constante com autoridades e a promoção de seminários são pautados pela transparência e ética, sendo práticas legítimas para o aprimoramento do ambiente jurídico. O intercâmbio de conhecimento em fóruns públicos é o caminho mais transparente para construir soluções que garantam a paz no campo, o respeito à lei e o progresso socioeconômico de Mato Grosso.

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Nascido em 1977, em Jundiaí, e cresceu em Cajamar, Alexsandro Assis é capelão, mentor e marceneiro com alma artesã. Formado em marcenaria, lecionou o oficio em Cajamar e, movido pela paixão por história e fé cristã, estuda arqueologia bíblica e teologia. Professor de computação e estudante de Tecnologia da Informação, também é jornalista, fundador do grupo Cajamar Quociente e do portal Gazeta Metropolitana, onde aborda notícias regionais e globais com perspectiva conservadora. Guiado por fé, estoicismo e amor transformador, Alexsandro inspira vidas com seu lema "Viva com propósito". Acompanhe-o no Instagram (@assis_alexsandro) ou em gazetametropolitana.com.