Mariana Elizete Moron amamenta a filha, Catarina, uma vez por dia na creche

Chegou a hora de ir para a escolinha, mas a criança ainda mama no peito. Como conciliar a mudança na rotina garantindo a permanência do bebê na creche e a continuidade da amamentação?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e a continuidade da amamentação, junto à introdução de alimentos adequados, até os dois anos ou mais. Ou seja, justamente quando muitos bebês começam a frequentar a creche, a recomendação é que o leite materno continue fazendo parte da alimentação. Para que essa conta feche, informação, acolhimento e condições adequadas fazem diferença.

Neste Agosto Dourado, mês de incentivo e conscientização sobre a importância do aleitamento materno, a Prefeitura de Jundiaí reforça ações e políticas públicas que apoiam as famílias nesse processo, como a manutenção de espaços destinados à amamentação nas escolas municipais.

É o caso de Catarina, que chegou à creche aos seis meses ainda mamando no peito. Para manter a amamentação e o vínculo com a filha, hoje com 11 meses, Mariana Elizete Moron passou a ir diariamente à unidade para amamentá-la. “Desde quando ela foi chamada, aos seis meses, as equipes sempre me deixaram muito livre para vir. É muito importante este espaço, que me permitindo ajustar a rotina da melhor maneira possível”, conta.

Mariana Elizete Moron amamenta a filha, Catarina, uma vez por dia na creche

Além das escolas municipais, diversos outros espaços públicos contam com áreas específicas para amamentação para quem deseja mais privacidade, como a Fábrica das Infâncias Japy, o Mundo das Crianças e o Espaço Expressa, além do Paço Municipal, UBSs e Clínicas da Família.

Para a apoiadora municipal da Primeira Infância, Gerusa Moura, o objetivo das políticas públicas é criar condições que reduzam as barreiras à amamentação, especialmente no caso de bebês que vão para a creche enquanto ainda mamam.

“O apoio à amamentação não depende apenas da decisão individual da mãe, mas das condições oferecidas ao seu redor. Quando a mãe sabe que terá um lugar acolhedor, profissionais que respeitam sua escolha e a possibilidade de manter esse contato com o bebê, ela consegue viver esse processo com mais tranquilidade. A gente precisa olhar para a amamentação como uma responsabilidade de toda a sociedade, criando uma rede que apoie a mãe e não coloque sobre ela mais uma cobrança”, afirma.

Assessoria de Imprensa
Foto: Fotógrafos PMJ

By contato@gazetametropolitano.com

Nascido em 1977, em Jundiaí, e cresceu em Cajamar, Alexsandro Assis é capelão, mentor e marceneiro com alma artesã. Formado em marcenaria, lecionou o oficio em Cajamar e, movido pela paixão por história e fé cristã, estuda arqueologia bíblica e teologia. Professor de computação e estudante de Tecnologia da Informação, também é jornalista, fundador do grupo Cajamar Quociente e do portal Gazeta Metropolitana, onde aborda notícias regionais e globais com perspectiva conservadora. Guiado por fé, estoicismo e amor transformador, Alexsandro inspira vidas com seu lema "Viva com propósito". Acompanhe-o no Instagram (@assis_alexsandro) ou em gazetametropolitana.com.